segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

COMPORTAMENTO


CRIANÇA PRECISA DE LIMITES QUE A PROTEJAM.

DAR LIMITES É...
-Ensinar que os direitos são iguais para todos.
-Ensinar que existem OUTRAS pessoas no mundo.
-Fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os direitos dos outros.
-Dizer "sim" sempre que possível e "não" sempre que necessário.
-Só dizer "não" aos filhos quando houver uma razão concreta.
-Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem ser feitas.
-Fazer a criança ver o mundo com uma conotação social (con-viver) e não apenas psicológica (o meu desejo e o meu prazer são as única coisas que contam).
-Ensinar a tolerar pequenas frustrações no presente para que, no futuro, os problemas da vida possam ser superados com equilíbrio e maturidade (a criança que hoje aprendeu a esperar sua vez de ser servida à mesa amanhã não considerará um insulto pessoal esperar a vez na fila do cinema ou aguardar três ou quatro dias até que o chefe dê um parecer sobre sua promoção).
-Desenvolver a capacidade de adiar satisfação (se não conseguir emprego hoje, continuará a lutar sem desistir ou, caso não tenha desenvolvido esta habilidade, agirá de forma insensata ou desequilibrada, partindo, por exemplo, para a marginalidade, o alcoolismo ou a depressão).
-Evitar que seu filho cresça achando que todos no mundo têm de satisfazer seus mínimos desejos e, se tal não ocorrer (o que é mais provável), não conseguir lidar bem com a menor contrariedade, tornando-se, aí sim, frustrado, amargo ou, pior, desequilibrado emocionalmente.
-Saber discernir entre o que é uma necessidade dos filhos e o que é apenas desejo.
-Compreender que direito à privacidade não significa falta de cuidado, descaso, falta de acompanhamento e supervisão às atividades e atitudes dos filhos, dentro e fora de casa.
-Ensinar que a cada direito corresponde um dever e, principalmente:
Dar exemplo!

Quem quer ter filhos que respeitem a lei e os homens tem de viver seu dia-a-dia dentro desses mesmos princípios, ainda que a sociedade tenha poucos indivíduos que agem dessa forma.

DAR LIMITES NÃO É...
-Bater nos filhos para que eles se comportem.

-Quando se fala em limites, muitas pessoas pensam que significa aprovação para dar palmadinhas, bater ou até espancar.
-Fazer só o que vocês, pai ou mãe, querem ou estão com vontade fazer.
-Ser autoritário, dar ordens sem explicar o porquê, agir de acordo apenas com seu próprio interesse, da forma que lhe aprouver, mesmo que a cada dia sua vontade seja inteiramente oposta à do outro dia, por exemplo.
-Deixar de explicar o porquê das coisas, apenas impondo a "lei do mais forte".
-Gritar com as crianças para ser atendido.
-Deixar de atender às necessidades reais (fome, sede, segurança, afeto, interesse) dos filhos, porque você hoje está cansado.
-Invadir a privacidade a que todo ser humano tem direito.
-Provocar traumas emocionais, humilhações e desrespeito à criança.

-Toda criança tem capacidade de compreender um "não" sem ficar com problemas, desde que, evidentemente, este "não" tenha razão de ser e não seja acompanhado de agressões físicas ou morais.
-O que provoca traumas e problemas emocionais é, em primeiro lugar, a falta de amor e carinho, seguida de injustiça, violência física.
-Bater nos filhos é uma forma comum de violência física, que, em geral, começa com a palmadinha leve no bumbum.

Texto extraído livro Limites Sem Trauma (Construindo Cidadãos), de Tânia Zagury.

domingo, 23 de novembro de 2008

ENTÃO É NATAL.....

Sábado, 22 de Novembro de 2008

Natal!!!

Casa em clima de festa
por: Vera Simão

"Acho lindo enfeitar a casa, retomando os significados dos símbolos natalinos. A árvore, por exemplo, é mais antiga do que o próprio cristianismo. Muito antes de existir o Natal, os egípcios levavam galhos verdes de palmeiras para casa, no dia mais curto do ano em dezembro, como símbolo da vitória da vida sobre a morte. E o costume de enfeitá-la, dizem, surgiu com os druidas, que decoravam velhos carvalhos com maçãs douradas para as festividades desse mesmo dia. A primeira referência a uma árvore de Natal vem do século XVI, na Alemanha, espalhando-se, mais tarde, por toda a Europa e Estados Unidos. Outro símbolo marcante dessa festa é o presépio criado quando São Francisco de Assis pediu a um artesão que criasse o primeiro cenário relembrando o nascimento de Jesus. Ele resolveu celebrar uma missa em frente ao presépio e inspirar a devoção em todos os que assistiam à cerimônia.

A mesa farta tem seu significado ligado às sociedades antigas que dispunham de poucos alimentos, principalmente a carne. Por isso, a tradição de servir peru e peixe, dividindo os alimentos entre os convidados.

Já os cartões de Natal - aqueles manuscritos cheios de emoção, que hoje infelizmente são substituídos por e-mails enviados a grupos de amigos -, tiveram início em 1849, vendidos em Londres por um artista. E os presentes, tão bem-vindos pela sociedade atual, começaram por um gesto de responsabilidade social de um homem chamado Nicolau, que colocava sacos de moedas de ouro nas chaminés dos mais necessitados.

Contei todas essas histórias para lembrar que no Natal - mais do que uma casa enfeitada, um cardápio requintado e bem-servido e a troca de presentes caros e especiais - não devemos nos esquecer dos verdadeiros simbolismos: a devoção a Jesus, a celebração da vida, a divisão do alimento, o envio de mensagens de amor e de paz e a ajuda aos necessitados. E, à meia-noite em ponto, possamos pensar em sermos ainda melhores a partir da celebração do nascimento do nosso Cristo interior"

terça-feira, 21 de outubro de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

CRIANÇAS SÃO CRIATURAS MÁGICAS , QUE NOS ENSINAM A CADA DIA ATRAVÉS DAS COISAS MAIS SIMPLES DA VIDA !!!!